Fazer empréstimo para pagar as dívidas pode ser a solução (ou não é recomendado)? Em que casos?

5/Novembro/2009

Pagar dívidas é sempre uma questão muito polêmica, a maioria dos especialistas diz que quando receber dinheiro extra, como o 13 salário ou prêmios deverá quitá-las, o que não considero de todo certo, pois se estará combatendo o efeito do problema financeiro. É preciso combater a causa, saber porque se encontra em desequilíbrio financeiro. A mesma coisa ocorre em relação às dividas, antes de pagá-las é necessário se avaliar os motivos delas existirem. Mas quando elas já existirem, o empréstimo é válido desde que os juros que forem cobrados nele sejam bem menores do que os da dívida e que as parcelas caibam no seu orçamento mensal, senão será apenas um paleativo.


Quais os cuidados que se deve tomar ao fazer compras com cartão de crédito? O que fazer para não deixar a dívida rolando (aumentando)?

4/Novembro/2009

O cartão de crédito é um dos meios mais seguros para se comprar e se bem utilizado é um aliado, mas é necessário conhecer o limite do mesmo, não gastar mais do que se pode honrar em seu vencimento. A compra a prazo por meio de cartão de crédito só é recomendada quando for feita sem juros, visto que suas taxas são impraticáveis, levando ao desequilíbrio financeiro.


Que atitudes a pessoa que está endividada deve tomar para sair do vermelho e começar 2010 sem dívidas ou, pelo menos, com elas sob controle? Por favor, cite a atitude e diga por que é importante. (ex.: anotar todas as contas (com juros cobrados), separar um dinheiro por mês para pagar as dívidas, fazer um empréstimo… etc)

3/Novembro/2009

Para começar o ano de 2010 bem financeiramente é necessário educação financeira, para tanto oriento a elaboração de um bom diagnostico financeiro, registrando o que ganha, o que gasta, se tem dívidas, dinheiro guardado (caso tenha). O objetivo do diagnostico é dar uma visão real da situação financeira e descobrir para onde vai cada centavo do dinheiro, alerto que é preciso registrar até mesmo os pequenos gastos, como gorjeta, cafezinho, feira, padaria, pois, são nas pequenas despesas que encontram-se o descontrole do dinheiro.
O Sonho, ou objetivo, é o segundo passo para começar bem 2010, a virada de ano é um bom momento para se refletir e estabelecer o que verdadeiramente a pessoa ou a família quer para sua vida. Essa meta pode ser de curto (até um ano,) médio (até 10 anos) ou longo prazo (acima de 10 anos). Mas é fundamental que se estabeleça o valor desse objetivo e o tempo em que pretende ser alcançado, sugiro uma reunião familiar com a participação de todos, até crianças, onde ocorrerá uma conversa bastante franca.
O terceiro passo é elaborar um bom Orçamento Financeiro para que se consiga visualizar todo dinheiro que entra e sai. A grande diferença nesse ponto, é que na Metodologia DiSOP, que criei, a pessoa deverá incluir em primeiro lugar nesse orçamento o dinheiro para a realização do sonho, que deve ser retirado e guardado antes de começar a gastar. Exemplo: Se ganha R$ 1.000,00, tira R$ 200 para sonhos e objetivos, o saldo de R$ 800,00 será utilizado para o gasto do mês e para todas necessidades pessoais e familiares de alimentação, moradia, manutenção, educação etc. O importante é priorizar o Sonho e reservar o dinheiro para ele.
No quarto e último pilar é o Poupar, que é o resultado dos três passos anteriores, ou seja o dinheiro aparecerá e deverá ser guardado em algum lugar, seja na caderneta de poupança, títulos do governo ou ainda ações na Bolsa de Valores, mas é necessário atenção, visto que a recomendação é que não se guarda ou aplica o dinheiro se não houver o sonho atrelado ao mesmo, e o tipo de aplicação também deverá ser direcionado ao prazo para atingir os objetivos, que pode até mesmo sair das dívidas.


O planejamento mensal é a fórmula chave para não ter surpresas desagradáveis na hora que chegar as contas? A melhor forma desse planejamento é colocar os gastos no papel? Se sim, todos os gastos ou só os principais?

30/Outubro/2009

Com certeza o planejamento financeiro é fundamental, para tanto oriento a elaboração de um bom diagnostico financeiro, registrando o que ganha, o que gasta, se tem dívidas, dinheiro guardado (caso tenha). O objetivo do diagnostico é dar uma visão real da situação financeira e descobrir para onde vai cada centavo do dinheiro, alerto que é preciso registrar até mesmo os pequenos gastos, como gorjeta, cafezinho, feira, padaria, pois, são nas pequenas despesas que encontram-se o descontrole do dinheiro.
O Sonho, ou objetivo, é o segundo passo para começar bem 2010, a virada de ano é um bom momento para se refletir e estabelecer o que verdadeiramente a pessoa ou a família quer para sua vida. Essa meta pode ser de curto (até um ano,) médio (até 10 anos) ou longo prazo (acima de 10 anos). Mas é fundamental que se estabeleça o valor desse objetivo e o tempo em que pretende ser alcançado, sugiro uma reunião familiar com a participação de todos, até crianças, onde ocorrerá uma conversa bastante franca.
O terceiro passo é elaborar um bom Orçamento Financeiro para que se consiga visualizar todo dinheiro que entra e sai. A grande diferença nesse ponto, é que na Metodologia DiSOP, que criei, a pessoa deverá incluir em primeiro lugar nesse orçamento o dinheiro para a realização do sonho, que deve ser retirado e guardado antes de começar a gastar. Exemplo: Se ganha R$ 1.000,00, tira R$ 200 para sonhos e objetivos, o saldo de R$ 800,00 será utilizado para o gasto do mês e para todas necessidades pessoais e familiares de alimentação, moradia, manutenção, educação etc. O importante é priorizar o Sonho e reservar o dinheiro para ele.
No quarto e último pilar é o Poupar, que é o resultado dos três passos anteriores, ou seja o dinheiro aparecerá e deverá ser guardado em algum lugar, seja na caderneta de poupança, títulos do governo ou ainda ações na Bolsa de Valores, mas é necessário atenção, visto que a recomendação é que não se guarda ou aplica o dinheiro se não houver o sonho atrelado ao mesmo, e o tipo de aplicação também deverá ser direcionado ao prazo para atingir os objetivos, que pode até mesmo sair das dívidas.


A “sociedade do consumo” que vivemos hoje, alimentado pelas propagandas e as facilidades de pagamento é um dos fatores para quem muitos brasileiro estarem endividados?

29/Outubro/2009

Não existe um único fator para a alta inadimplência e, sim, um conjunto dentro os quais se destacam a grande facilidade em conseguir crédito, as fortes ações de marketing das empresas, a taxa de desemprego, a crise financeira, estímulos do governo para o consumo com redução de imposto de alguns produtos e falta de educação financeira. Assim, para resolver a questão das dívidas é preciso de ações muito mais fortes do que apenas incentivar o pagamento das compras em dias, sendo necessária a criação da idéia da compra consciente, a mudança da política de incentivo ao consumo irresponsável por parte do governo, um maior controle das taxas de juros e o mais importante a disseminação da educação financeira não só para os adulto, mas também nas escolas.


Porque é tão freqüente que as pessoas que tenham dívidas contraiam mais dívidas e isso vire uma verdadeira “bola de neve”?

28/Outubro/2009

É muito comum a pessoa perder a fé, e nestes casos de dívidas a resposta é sempre assim: já que estou endividado mesmo, mais uma ou duas dividas não trará mais mal. Mas esse pensamento não é verdadeiro, é preciso mudar de postura financeira e resolver o problema. Saiba que sempre existe solução e ela passa pela educação financeira. O primeiro passo para sair das dívidas é saber exatamente o que se deve e para quem. Em seguida será primordial abolir os juros altos e abusivos. Entenda-se por juros altos ou abusivos qualquer índice acima de 3%. Na maioria dos casos é possível até mesmo a retirada total dos juros. É uma questão de atitude, o consumidor tem de se posicionar firmemente. Um exemplo da disposição em negociar para receber ao menos o principal da dívida está nas operadoras de cartão de crédito. Esta é uma possibilidade bastante clara: fazer uma composição da dívida, em parcelas já fixadas e sem qualquer juro. Nós do Instituto de Educação Financeira DiSOP (www.disop.com.br) podemos ajudá-lo nesta empreitada! Recomendamos também o livro Terapia Financeira (Editora Gente) para você e o livro O Menino do Dinheiro (Editora Gente) para seus filhos.


Aposentados devem investir

27/Outubro/2009

Praticamente metade dos aposentados tem a folha de pagamento comprometida com empréstimos consignados, que se tornam atrativos por causa das taxas de juros reduzidas. Os especialistas alertam que a abundante oferta de crédito aos idosos é perigosa para o orçamento pessoal e deve ser trocada pelo investimento em aplicações financeiras.

Os dados mais recentes do Ministério da Previdência Social apontavam que 12,6 milhões dos aposentados haviam contratado crédito consignado, em novembro do ano passado, para um total de 25 milhões de pensionistas. “As pessoas de terceira idade têm problemas para administrar sua renda que geralmente têm origem na ausência de educação financeira no início da vida”, diz o educador financeiro Reinaldo Domingos, autor de Terapia Financeira (Editora Gente).

Diagnóstico – A recomendação do especialista é, primeiro, a realização de um diagnóstico financeiro. O aposentado deve registrar quanto ganha e quanto gasta. Nesse ponto, é importante realizar um levantamento de todas as pequenas despesas realizadas no mês, como gorjetas ou remédios. Detectado todo o orçamento, a dica é ver quanto é possível economizar em um mês e colocar esse montante em alguma aplicação financeira.

http://www.disop.com.br/portal/index.php/noticias


Para os muito endividados: o que fazer para tirar o pé da lama e se livrar do pagamento dos altos juros?

21/Outubro/2009

Primeiro é preciso ter sonhos, disciplina, perseverança e atitude, estas palavras tem grande sentido na busca do conhecimento da educação financeira. A partir disto é preciso ter uma estratégia bem estruturada para que saia definitivamente do endividamento, combatendo a causa do problema e não o efeito, muitas vezes as pessoas apenas trocam os credores, isso não resolve, fazer acordos e não cumprir pode fazer com que a situação fique ainda pior. Por isso, o primeiro passo é fazer um diagnóstico de sua situação financeira, a partir do qual você visualizará onde pode economizar e quanto poderá dispor por mês para pagar suas dívidas. Com isso em mão, você deverá procurar seu credor para negociar um prolongamento do parcelamento com juros baixo. Caso não consiga procure uma linha de crédito com juros o mais baixo possível. Contudo, reforço que os valores devem ser possíveis de serem pagos e as parcelas sempre devem estar dentro de seu orçamento mensal. Para ter mais informações pode acessar gratuitamente o site www.disop.com.br.


Quais dicas você aponta para comprar sem sair do orçamento.

20/Outubro/2009

A primeira dica é comprar a vista os produtos, com isso o consumidor tem maior poder de negociação, além de ter a certeza de já ter pago pelo que possui. Para muitos pode parecer difícil realizar uma compra a vista, mas isso é mais simples do que parece, basta ter planejamento. Com isso, você estabelece os sonhos que deseja adquirir, e o período de tempo que você planeja atingir. A partir disto, você saberá quanto terá que economizar mensalmente para conquistar esse objetivo. Com isso o consumidor conseguirá adquirir o produto totalmente quitado antes do que imagina. Caso a necessidade de aquisição do produto seja imediata e o consumidor tenha que parcelar a dica que dou é incluir esse valor como sendo parte do orçamento mensal. Com isso, logo que receba o dinheiro a parte da parcela já deve ser deixada de lado. Também é fundamental que na hora da compra do produto, seja feita uma negociação conseguindo as menores taxas de juros, se possível taxa zero.


Quais são os grandes prejuízos para aqueles que não conseguem se controlar e vivem comprando parcelado?

19/Outubro/2009

O resultado é quase sempre é o desequilíbrio financeiro, gerando o endividamento, infelizmente muitos consumidores estão sendo vítimas da facilidade de crédito e quando percebem estão com a saúde financeira totalmente afetada, e isso reflete em casa, no trabalho e no lazer, gerando desconforto e baixa estima. Quando se parcela alguma compra tem que ter a certeza que esta prestação caberá no orçamento mensal.